Esse assunto me recorda o caso da cidade de Ipatinga, que sempre dependeu da Usiminas e em um período transparecia que se tinha desligado, porém voltou.

Atualmente vivemos momentos conjunturais difíceis e as empresas para justificarem o seu mau desempenho colocam a culpa de tudo no Governo.

Lógico, temos tributos demais, são 157, entre impostos, taxas e contribuições, temos uma falta de mão de obra e a existente é cara e mal formada, nossa infraestrutura é inexistente.

Temos que entender que os resultados nos que fazemos justificativas não mudam panoramas e nem faz resultados.

Com o viés de que a economia mundial vai se situar em torno de 3% de crescimento correlacionado ao PIB e que nosso país vai conseguir chegar aos 2,21%, o retrato do ambiente não é nada agradável.

Psicologicamente é o desastre, mas o empresário brasileiro é guerreiro, acredito, como mostra todas as avaliações mundiais e saberá sair desta, o que não pode é ficar parado esperando acontecer alguma coisa boa.

O nosso crescimento é pífio, com juros voltando a crescer, como também o desemprego, além da inflação dando as caras correndo o valor de nosso dinheiro e investimento, o quadro é negro e ai necessitamos da ajuda do Governo, no que tange o mesmo fazer o seu dever de casa, isso é, investir e botar para funcionar os PACs da vida, fomentando a cadeia produtiva, tomando medidas que permitam o empresário ser parceiro desse desenho de crescimento e desenvolvimento, dando-lhes condições econômicas e financeiras, fazendo reformas trabalhistas, administrativas, política e tributárias, visando eliminar de vez o Custo Brasil.

Nesse ambiente econômico desfavorável, os empresários competentes e visionários podem fazer a diferença, mudando o rumo de nossa economia.

Temos que ser inteligentes em ver o que se pode mudar em nossas ações para combater essa estagnação.

Se o governo continuar inerte, não iremos gerar riquezas e nem empregos, podendo causar o caos, temos obrigação de reverter à situação.

Temos que investir em tecnologia temos que melhorar os nossos negócios em sua forma de negociar, temos que vencer a concorrência, analisarmos nossos custos.

A competição é desleal e feroz. Temos que fazer a diferença precisamos oferecer produtos de alta qualidade e tecnologia, que sejam melhores do que os concorrentes Temos que agregar valores aos produtos e aos serviços. Não adianta você ter um produto bom se o serviço de assistência é péssimo, você acaba mudando. Com um produto de qualidade você fideliza seus cliente, não importando distância ou preço.

Temos a obrigação de treinar os nossos colaboradores, tornando-os excelentes profissionais para que possamos ser referência em excelência em qualidade e não podemos deixar de manter os nossos talentos.

Somente assim, vamos nos tornar grandes e não dependentes dos outros, acabar de vez com paternalismos, afinal somos exemplos de gestores guerreiros para o mundo, temos inúmeros casos de experiências de sobrevivência em grandes crises e podemos compartilhá-las sem medo de errar. Liberte-se!

Lembre-se do ditado: “De que nada é impossível, nós é que não fomos competentes de fazer”, então mãos a obra.