Otimismo com Competência gera expectativa para a Economia Brasileira em 2017.

 

Apesar de nossa economia continuar em recessão, vimos alguns sinais de recuperação econômica no ambiente.

Sinais esses concentrados na questão de credibilidade de nossos empresários na política a ser adotada pelo atual governo, somado a credibilidade externa no mesmo sentido.

Políticas econômicas errôneas adotadas pelo governo anterior levaram o país à maior crise de sua história, um verdadeiro buraco negro.

Fatores da crise apontados como econômicos e políticos foram se agravando nos fazendo quase perder o nosso norte.

O novo governo adotando os princípios básicos da lei de responsabilidade fiscal, como ajustar os gastos ao orçamento, nos mostra o quanto é importante e sério fazer o certo, o que nos dá um alto índice de confiabilidade.

Para isso foi feita a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o teto para os gastos públicos.

Vendo os indicadores caírem no tocante a queda da industrialização, inflação, PIB e desemprego, enxergamos uma possível estabilização, sinal de bons ventos.

O índice de credibilidade de toda a sociedade brasileira é fundamental para o nosso crescimento e com ele atrelado o emprego.

Não existe dúvida nenhuma de que se a economia crescer de forma continuada a partir de 2017, o desemprego tende também a cair consistentemente.

Temos atualmente uma taxa de desemprego em torno de 11,6%%, o que nos permite ser o 7º maior do mundo em desemprego junto com a Itália, o que devemos reverter em 2018 pelos menos para o 5º lugar. O maior país em desemprego é a África do Sul com os seus 26,6%.

Sabemos que a retomada da economia devera ser lenta, pois estamos atravessando 2 anos de recessão e agora com sinais de expectativa positiva de atingirmos o numero relativo de 1% para o crescimento do PIB em 2017 nos demonstra um grande avanço de nossa economia enferma e que agora nos dá sinais de vida.

O governo apostou na competência e isso se viu na formação da equipe econômica e os resultados deverão aparecer em médio prazo. Reforço a idéia de que temos que forçar a utilização pelos entes público da ferramenta “Planejamento” e isso é o que está acontecendo, o Congresso tem que apoiar o governo nas suas medidas de contenção de gastos, mesmo que possa diminuir investimentos sociais. Não podemos em hipótese nenhuma adotarmos o modelo Bolivariano ou Venezuelano, não somo um País de ditadores e sim um País moderno com grandes valores empresariais que fazem a diferença neste mundo globalizado.

È necessário adaptarmos a novos tempos, promovermos reformas estruturais, administrativas e políticas. Um país não cresce de baixo para cima e nem de cima para baixo, o crescimento indexado ao desenvolvimento se cresce pelo equilíbrio de ações, advindo do dialogo e competência das partes sempre norteadas por resultado.

Temos que ser otimistas no pensamento e em ações, somente assim conseguiremos alcançar nossos objetivos, esse exemplo serve para o cidadão brasileiro no seu dia, pois com a recessão ele se vê como o  país, em busca de um norte.

Estamos vivos, nosso coração bate e a nossa esperança também está viva, o remédio é amargo, mas temos que tomá-lo e a tempestade irá passar.

O Brasil é um País rico e com uma população inteligente, ávida por novos tempos, a nossa cor é verde, amarelo e azul e os dizeres são “Ordem e Progresso”, você acredita, então participe da recuperação, exercendo cada vez mais a sua cidadania, não esqueça: Tudo na vida é Step by Step.

 

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